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Arco Clinic

Programa cultural

Arte na Arco

A Arco também é um espaço de encontro com a arte contemporânea. Recebemos exposições temporárias, artistas e conversas que ampliam a experiência do espaço — um programa contínuo, construído com curadoria e tempo.

Cada ambiente guarda uma cidade. Cada detalhe conta uma história.

Na Arco Clinic, acreditamos que um espaço de cuidado pode ser muito mais do que funcional.

Arquitetura, arte, luz, materiais e memória também fazem parte da experiência de quem entra pela nossa porta. Por isso, cada ambiente da Arco foi pensado como parte de uma narrativa: uma viagem por cidades que atravessaram a nossa história pessoal e profissional.

Goiânia, Barcelona, Rio de Janeiro, Montevidéu e Brasília aparecem na clínica não como reproduções literais, mas através de formas, texturas, referências arquitetônicas e detalhes que convidam à descoberta.

É assim que começa o nosso percurso pela arte na Arco.

Sala de espera da Arco Clinic, com escultura de mármore na parede em referência aos símbolos de Goiânia

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Goiânia

O ponto de partida

A experiência começa pela cidade que hoje chamamos de casa.

Na recepção da Arco, Goiânia aparece através de referências à sua arquitetura e à sua identidade urbana. A madeira, as formas geométricas e alguns dos elementos escultóricos dialogam com símbolos da cidade e com a presença marcante do Art Déco em sua história.

Mais do que uma escolha estética, essa foi uma maneira de reconhecer o lugar que recebeu um novo capítulo da nossa trajetória.

Goiânia representa chegada, construção e pertencimento. É também o primeiro contato com uma ideia que atravessa toda a clínica: a arquitetura pode contar histórias sem precisar explicá-las literalmente.

Consultório Barcelona da Arco Clinic: curvas de madeira, travertino e porta em arco

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Barcelona

A beleza da curva

Barcelona ocupa um lugar especial na nossa história.

Na sala que leva seu nome, as linhas se tornam mais orgânicas. Curvas, madeira, pedra e volumes remetem ao espírito da arquitetura catalã e, especialmente, à capacidade de Antoni Gaudí de transformar estruturas em formas quase vivas.

Gaudí questionou a rigidez da linha reta e encontrou na natureza uma fonte permanente de inspiração. Essa mesma ideia aparece de maneira sutil no ambiente: formas que conduzem o olhar, materiais naturais e uma sensação de movimento que contrasta com espaços excessivamente técnicos ou hospitalares.

Barcelona também representa formação, conhecimento e descoberta — uma cidade profundamente ligada à nossa trajetória profissional.

Consultório Rio de Janeiro, com mesa de base escultórica inspirada no Morro Dois Irmãos

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Rio de Janeiro

Quando a paisagem vira forma

Algumas paisagens são imediatamente reconhecíveis mesmo quando reduzidas a poucas linhas. É essa ideia que inspira a sala Rio de Janeiro.

A base escultórica da mesa faz referência à silhueta do Morro Dois Irmãos. Não se trata de reproduzir a paisagem de maneira literal, mas de capturar sua essência e transformá-la em forma.

Esse processo — observar, simplificar e reinterpretar — está na própria origem da abstração artística.

O Rio aparece, portanto, como paisagem e movimento. Uma lembrança de que uma imagem pode continuar presente mesmo depois que retiramos dela quase todos os detalhes.

Parede da sala Montevidéu, com elementos de madeira inspirados nas janelas do Palácio Salvo

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Montevidéu

Arquitetura como memória

Algumas cidades permanecem conosco porque estão ligadas àquilo que nos tornamos. Montevidéu representa exatamente isso.

Na sala de relaxamento, elementos de madeira fazem referência às janelas e à geometria do Palácio Salvo, um dos grandes ícones arquitetônicos da capital uruguaia.

Mas essa referência vai além da arquitetura. Montevidéu está diretamente ligada à formação médica do Dr. Pablo Ifrán e, por isso, ocupa um lugar especialmente afetivo dentro da Arco.

Aqui, a arte aparece como memória. Um detalhe arquitetônico pode deixar de ser apenas forma e transformar-se em símbolo de uma época, de uma cidade ou de uma parte importante da nossa própria história.

Sala de procedimentos Brasília, com linhas claras e elementos organizados

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Brasília

Geometria, ordem e modernismo

Brasília nasce de uma das experiências urbanísticas mais importantes do modernismo brasileiro. Eixos, grandes espaços vazios, geometria e arquitetura monumental criaram uma identidade visual imediatamente reconhecível.

Na Arco, Brasília ocupa também uma posição central. A sala de procedimentos faz referência à capital brasileira e à cidade onde a Dra. Mariana Barbosa iniciou sua formação médica.

Existe aqui uma relação entre precisão e simplicidade: elementos organizados, linhas claras e uma arquitetura que procura eliminar aquilo que é desnecessário.

É uma estética que dialoga, de certa forma, com a própria medicina: observar, planejar e intervir com intenção.

Uma clínica que também é espaço de cultura

A proposta da Arte na Arco não termina na arquitetura.

As salas e os corredores da clínica também recebem obras de diferentes artistas, criando uma galeria em permanente transformação. Ao longo do tempo, novas exposições irão ocupar esses espaços e estabelecer diferentes diálogos com quem passa pela clínica.

Queremos que uma consulta possa também provocar um encontro inesperado com uma pintura, uma fotografia, uma escultura ou uma ideia.

Porque acreditamos que saúde, beleza e cultura não precisam existir em universos separados. Todos envolvem percepção. Todos exigem sensibilidade. Todos podem transformar a maneira como enxergamos algo que estava diante de nós o tempo inteiro.

Obra de arte exposta em um dos ambientes da Arco Clinic

Olhar com mais atenção

Existe uma pergunta que gostamos de fazer diante de uma obra:

O que você percebe quando olha por mais alguns segundos?

Talvez uma cor.

Uma textura.

Uma lembrança.

Uma sensação que inicialmente não estava ali.

Esse exercício de olhar com atenção está no centro da experiência que queremos construir na Arco. Uma clínica onde cada ambiente tem significado, cada obra pode iniciar uma conversa e onde o cuidado também encontra espaço para a arte.

Bem-vindo à Arte na Arco.

La Pedrera, de Júlia Caixeta, emoldurada sobre o painel de madeira da Arco Art Gallery

Em cartaz

Entre Arcos

Júlia Caixeta

27 de agosto de 2026 — 30 de novembro de 2026

Entre Arcos, mostra que inaugura a Arco Art Gallery, reúne seis trabalhos de Júlia Caixeta em que arquitetura, travessias e fé desenham um percurso entre cidades e fases da vida — de Barcelona a Brasília, de Montevidéu ao tempo do descanso.

Retrato de Júlia Caixeta sorrindo, sentada, em vestido branco

Artista

Júlia Caixeta

Júlia Caixeta é a artista de Entre Arcos, mostra que inaugura a Arco Art Gallery, aberta junto com a clínica em agosto de 2026. Biografia completa em breve.

Instagram · @juliacaixetaoficial

Obras

Obras em exposição

La Pedrera, de Júlia Caixeta, emoldurada sobre o painel de madeira da Arco: acrílica sobre fotografia da Casa Milà, em Barcelona
Disponível

La Pedrera

Júlia Caixeta, 2026

Acrílica sobre fotografia · 50 × 60 cm

A imagem retrata a Casa Milà (La Pedrera), em Barcelona, uma das obras mais emblemáticas de Antoni Gaudí. Sua arquitetura rompe com a rigidez e se entrega ao movimento: linhas onduladas que rejeitam a linearidade e acolhem o fluxo. Ao destacar essas curvas, a obra chama atenção para aquilo que também se revela na vida: os caminhos não são retos. Eles se dobram, contornam, desaceleram, recomeçam. Há uma beleza no que não é previsível. O percurso curvo não é desvio, e sim formação. É nesse movimento orgânico que a gente se encontra, se reorganiza e continua. Mesmo sem linhas exatas, existe direção.

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Travessia, de Júlia Caixeta: tríptico em técnica mista sobre a Ponte JK, em Brasília, instalado na parede da Arco
Disponível

Travessia

Júlia Caixeta, 2026

Técnica mista · 60 × 100 cm

A Ponte JK, em Brasília, atravessa a paisagem como um símbolo de passagem — não apenas entre margens, mas entre fases da vida. Foi nesse lugar que se consolidaram escolhas, formação e direção. Os elementos inseridos na cena revelam fragmentos dessa história: a presença da Marinha marca um tempo de disciplina, entrega e serviço, onde identidade e propósito começaram a ganhar forma. A ponte, então, deixa de ser apenas estrutura e se torna processo. Ela sustenta o movimento entre quem se era e quem se está se tornando.

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Palacio Salvo, de Júlia Caixeta: acrílica sobre tela com o Palacio Salvo, em Montevidéu, e palmeiras em primeiro plano
Disponível

Palacio Salvo

Júlia Caixeta, 2026

Acrílica sobre tela · 50 × 60 cm

Ao fundo, surge o Palacio Salvo, em Montevidéu. Um marco arquitetônico que atravessa o tempo e se mantém como símbolo de história, construção e permanência. Sua verticalidade aponta para o alto, como quem lembra que existem estruturas que se formam ao longo dos anos, e não no imediato. Sobre esse cenário sólido, as palmeiras aparecem como um contraponto: elas não crescem na pressa, mas no ritmo certo. Representam o descanso, o lugar de pausa consciente. Estar debaixo delas é escolher confiar, parar e permanecer.

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Voos altos, de Júlia Caixeta: acrílica sobre fotografia com balões, plantas e três pássaros
Disponível

Voos altos

Júlia Caixeta, 2026

Acrílica sobre fotografia · 60 × 60 cm

Os balões representam aquilo que é inusitado e transitório, que pode ir para vários lugares. Neles, plantas e sementes desenham memórias de crescimento — raízes que vão se formando, no tempo certo. Criamos raízes para então voar e atravessar. Os três pássaros simbolizam o Pai, o Filho e o Espírito. Quando confiamos n'Ele, mesmo sem entender para onde estamos indo, somos moldados e sustentados. As raízes que não vemos ainda estão sendo construídas, preparando-nos para ir mais longe.

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Descanso, de Júlia Caixeta: acrílica sobre fotografia com palmeira
Disponível

Descanso

Júlia Caixeta, 2026

Acrílica sobre fotografia · 60 × 60 cm

Inspirada em Eclesiastes 3:1, que nos lembra que há tempo para todas as coisas, essa obra traz a palmeira como símbolo do descanso em Deus. Para compreender esse tempo, é preciso aprender a parar, confiar e permanecer. O descanso não aparece como ausência de movimento, mas como lugar de entrega — onde o coração se aquieta para reconhecer os ciclos. É nesse espaço que o tempo deixa de ser ansiedade e passa a ser propósito. E é então, nesse ritmo certo, que vem a colheita: os frutos daquilo que Deus preparou, no tempo exato.

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Aquilo que se leva, de Júlia Caixeta: acrílica sobre fotografia com figura sustentando balões e um pássaro em travessia
Disponível

Aquilo que se leva

Júlia Caixeta, 2026

Acrílica sobre fotografia · 90 × 80 cm

Uma cena de travessia interna: a figura que sustenta os balões não carrega apenas palavras, mas experiências integradas — aquilo que se torna recurso vivo no corpo e na relação. Amor, ciência, domínio, sabedoria, paciência e segurança são exemplos do que aparece como forças que podem ser levadas adiante: não como ideias abstratas, mas como algo que se experimenta e se incorpora. O pássaro atravessa o espaço como quem não se fixa, simbolizando a liberdade de transitar, de ampliar fronteiras e permitir que o conhecimento circule, encontrando novos contextos e sentidos.

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Agenda

Eventos e conversas

Aberturas, visitas e encontros que acompanham cada exposição.

  1. 27 de agosto de 202619h

    Abertura — Entre Arcos, de Júlia Caixeta

    Entre Arcos, primeira mostra da Arco Art Gallery, abre na noite de inauguração da clínica, no 27º andar do Edifício WTC. Evento para convidados.

Arquivo

Exposições anteriores

O arquivo de exposições será construído a partir da primeira mostra.

Propostas

Artistas, curadores e galerias

O programa cultural da Arco está aberto a diálogos. Envie sua pesquisa, portfólio ou proposta de exposição.

Instagram da galeria · @arco.artgallery

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